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Enfrentando os obstáculos internos e externos para começar a correr

Dalam dokumen Ebook "O Incrível Hábito de Correr " (Halaman 34-41)

Quando se trata de começar a correr, a maior batalha muitas vezes não é física, mas mental. Todos nós enfrentamos momentos em que nossa mente cria obstáculos, justificativas e até desculpas para evitar o desconforto ou o esforço de sair da zona de conforto.

Este capítulo é dedicado a ajudar você a entender essas barreiras mentais e como superá-las, trazendo histórias reais de pessoas que venceram esses desafios.

As desculpas mais comuns: Por que nossa mente cria obstáculos e como vencê-los Quantas vezes você já disse a si mesmo: "Eu não tenho tempo", "Estou muito cansado" ou "Não sou bom em correr"? Essas são algumas das desculpas mais comuns que usamos para evitar começar ou manter uma rotina de exercícios. A verdade é que essas desculpas surgem como uma defesa natural do cérebro, que busca economizar energia e evitar o desconforto.

Nosso cérebro está programado para preferir atividades que já são familiares e que exigem menos esforço. Por isso, quando tentamos implementar algo novo como a corrida, o cérebro reage criando justificativas para nos manter em um estado de inércia.

Aqui estão alguns exemplos de desculpas comuns e histórias de pessoas que as superaram:

"Eu não tenho tempo" Ana Paula, mãe de dois filhos e com uma rotina de trabalho apertada, achava impossível encontrar tempo para correr. Ela sempre colocava as necessidades da família e do trabalho em primeiro lugar. Certo dia, decidiu tentar algo diferente:

começou a caminhar e correr durante os 20 minutos de intervalo no almoço. Com o tempo, essas corridas curtas passaram a fazer parte de sua rotina e, sem perceber, Ana Paula já estava correndo 3 km diariamente. O segredo foi encontrar brechas no dia, ao invés de esperar por um momento ideal.

• "Estou muito cansado" Júlio, que trabalha como eletricista, chegava em casa completamente exausto.

Correr era a última coisa que ele queria fazer. Um dia, depois de uma jornada difícil, ele decidiu tentar algo diferente: ao invés de se deitar no sofá, fez uma pequena corrida ao redor do quarteirão. Quando voltou, percebeu que estava menos estressado e até com mais energia. Esse momento o fez perceber que o cansaço era mental, e a corrida, ao invés de exaustiva, ajudava a recarregar suas energias.

• "Eu tenho vergonha de correr em público"

Marina, 32 anos, sempre teve vergonha de correr porque acreditava que as pessoas estariam observando e julgando-a. Durante meses, ela evitou iniciar a prática. Um dia, com a ajuda de uma amiga, decidiu correr bem cedo, quando as ruas ainda estavam vazias. Aos poucos, foi ganhando confiança e percebendo que as pessoas estavam focadas em suas próprias vidas. Com o tempo, Marina se sentiu confortável para correr em parques e até participou de uma corrida de 5 km.

• "Eu não sou um(a) corredor(a)"

Sérgio, de 45 anos, acreditava que não tinha perfil para ser corredor. Nunca foi atlético e pensava que a corrida era algo reservado para pessoas mais jovens ou com melhor preparo físico. Decidido a mudar sua vida, começou a alternar 1 minuto de corrida com 2 minutos de caminhada. Ao longo das semanas, percebeu que conseguia correr por períodos mais longos e, após três meses, completou seus primeiros 5 km. Sérgio agora se vê como um corredor, algo que antes parecia impossível.

• "Eu sou muito inseguro(a) para correr"

Vanessa, 28 anos, era insegura sobre seu desempenho.

Sempre comparava suas habilidades com as de corredores mais experientes. Para superar isso, decidiu concentrar-se em pequenas vitórias: correr seu primeiro quilômetro sem parar foi uma grande conquista. Com o tempo, ela passou a se comparar apenas consigo mesma, celebrando cada avanço, o que ajudou a construir sua confiança gradualmente.

"Eu não vejo resultados"

Leandro, de 38 anos, começou a correr para perder peso, mas após duas semanas não via grandes mudanças físicas e desanimou. Conversando com um amigo, ele foi lembrado de que os benefícios da corrida vão além da aparência. Leandro decidiu continuar correndo focando na sua saúde mental e emocional.

Ele percebeu que estava menos ansioso e com mais energia no dia a dia. Com o tempo, os resultados físicos também começaram a aparecer, mas ele já havia aprendido a valorizar muito mais do que apenas o espelho.

• "Eu tenho problemas no joelho ou coluna"

Rosa, 52 anos, tinha receio de correr devido a dores no joelho, mas queria muito melhorar sua qualidade de vida.

Em vez de desistir, ela começou a correr em superfícies mais macias, seu médico recomendou corridas leves na esteira, assim ele começou na academia do seu condominio, e investiu em fortalecimento muscular específico para proteger os joelhos. Hoje, Rosa corre três vezes por semana e não só reduziu suas dores, mas também descobriu uma nova paixão pela corrida.

• "Eu fico entediado(a) correndo"

Eduardo, de 34 anos, achava a corrida monótona e desistia facilmente. Ele decidiu variar seus percursos, explorando diferentes bairros e parques da cidade. Além disso, estabeleceu metas pessoais como melhorar o tempo de 5 km ou correr uma nova distância. Essa variação trouxe novos desafios, mantendo Eduardo engajado e motivado.

• "Eu não estou no peso ideal para correr"

Carla, 36 anos, a anos atrás sentia que a corrida não era para ela devido ao seu peso. Ela começou com caminhadas curtas e leves corridas, sempre respeitando seu corpo. Ao longo de dois anos ela mudou seu corpo radicalmente e a corrida se tornou uma parte natural do seu dia. Carla hoje é representante de uma equipe de corrida e faz provas de 21km em menos de duas horas.

As barreiras mentais para começar a correr são comuns e naturais, mas com pequenos ajustes e uma mudança de mentalidade, é possível superá- las. A chave está em reconhecer essas desculpas e enfrentá-las de forma prática, o que facilita a construção de um hábito que transformará não só o corpo, mas também a mente.

RESUMO DO CAPITULO

Dalam dokumen Ebook "O Incrível Hábito de Correr " (Halaman 34-41)

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