Noção e funções da Distribuição. Sua evolução histórica
Como surgiram os canais de distribuição?
O progressivo fortalecimento do mercado da classe dos mercadores e o crescente desenvolvimento de mercados, permitiram um enorme progresso nas trocas comerciais internacionais, acompanhado pela construção de estradas e pontes, pela valorização dos produtos exóticos e manufacturados, e pelo desenvolvimento do transporte fluvial e marítimo.
A compra e a venda de produtos tornaram-se mais frequentes, exigindo a construção de locais permanentes onde vendedores e compradores pudessem encontrar-se diariamente, dando origem às primeiras lojas retalhistas.
O que levou desta forma aos atuais canais de distribuição.
A gestão de canais tem ciclos.
O que se lembra quando pensa em comércio ou compras nos dias de hoje?
As cinco idades do consumo
Além do comércio, o consumo também mudou.
Trade Marketing : pessoa que se certifica que no ponto de venda, o produto está exposto e organizado de acordo com as referências da empresa.
Qual é a importância dos canais de marketing?
O consumidor moderno
É para quem atualmente estamos a distribuir, através de canais de distribuição. Temos de tentar definir o consumidor moderno
Estes consumidores buscam conveniência, experiências, identificação com as marcas, interação, novos produtos e serviços
A evolução do marketing
Ou seja, no marketing 4.0 é um marketing que tem características diferentes, e pretende atingir o consumidor de diferentes formas:
Agilidade/conveniência
Relações horizontais (Cria mais agilidade, não existindo hierarquia de poder. O consumidor questiona mais. Existe facilidade em
estabelecer contacto com a marca, através de intermediários. Comprar um produto e prestar um serviço)
Comunidades (As redes sociais criam uma comunidade, que quando ocorre um
determinado evento a mesma se junta a favor ou contra a marca. Gerando o Buzz marketing)
Dados (Existem sempre coisas/ferramentas novas. Data creative marketing)
Experiência
Transparência
Marcas como a Netflix (serviço personalizado, onde consegue dar sugestões de acordo com as suas preferências), a Dove e a Control (usa a linguagem para captar o público-alvo), utilizam o Marketing 4.0.
Como as necessidades do consumidor e os canais de distribuição se conectam?
A Distribuição
A distribuição é o conjunto de todas as entidades singulares ou colectivas que através de múltiplas transacções comerciais e diferentes operações logísticas, desde da fase de produção até à fase de consumo, colocam produtos ou prestam serviço, acrescentando-lhes valor, nas condições de tempo, lugar e modo mais convenientes para satisfazer as necessidades dos consumidores.
Canais de distribuição
Que tipos de barreiras existem nos canais de distribuição?
Barreira Espacial
Distância ou afastamento geográfico que separa o produtor do consumidor.
Uma das principais funções do canal é superar essa barreira de forma eficiente
.
Barreira temporal
Diferença existente entre o ciclo de vida da produção dos bens e serviços e o momento em que o consumidor os pretende adquirir.
Fortalecimento dos mercados e inclusão de novos produtos
Mercado livre
Função tanto mais importante consoante a oferta seja concentrada no tempo e a procura repartida ao longo do ano.
Barreira do conhecimento
Diferenças existentes entre as necessidades do consumidor e as características dos bens e serviços.
A comunicação auxilia a reduzir essa barreira na perceção do consumidor
Barreira da posse ou propriedade
Transferência jurídica dos produtos através de uma sequência de entidades que serão sucessivamente seus proprietários até serem adquiridos pelo consumidor final.
O consumidor moderno tem questionado a necessidade da posse.
Funções da Distribuição
Compra (ex. Vinted)
Logística (armazenamento e transporte, ex.
DHL)
Venda (ex.OLX, continete)
Informação (transmissão, ex. Google)
Sortido(conjunto de produtos que a empresa possui, ex.Auchan)
Financiamento (ex. paypal, caixa, santader)
Assunção de risco (seguros como a fidelidade) Redes da distribuição:
Terrestres
Maritimas
Ferroviárias
Aéreas
Digitais (não existe qualquer tipo de troca física, ex. curso de aprendizagem) Tipologias:
Existem três critérios para estabelecer as tipologias dos circuitos de distribuição (a profundidade, a técnica de venda utilizada nas relações com o consumidor final, as formas organizacionais das relações entre agentes que o compõem.
Circuitos ultra-curtos- Canal direto entre fabricante e consumidor (feira de vegetais) - Maior controlo e conhecimento do mercado - Capacidade de maior atendimento
Circuitos curtos- Canal indireto com um intermediário entre fabricante e consumidor (ex. medicamentos)
Circuitos longos- Canal indireto com dois ou mais intermediários
- Custos mais altos
Níveis do canal
Canal direto x Canal indireto
No canal direto existe um maior controlo do canal, os custos gerais mais baixos, e capacidade limitada de atendimento e expansão.
No canal indireto existe um menor controle, os custos são mais altos. Ganho de escalada e capilaridade e capacidade ampliada de atendimento.
Critérios de seleção
Cobertura do mercado e potencial do canal (número de segmentos servidos, estrutura financeira das empresas, etc)
Competências e imagem do canal (Estratégias pull e push)
Compatibilidade entre canais
Controlo e custos dos canais Seleção dos circuitos e canais O nível mínimo de encomenda.
Quanto mais elevado, menor o nível de serviço.
O prazo de entrega.
Quanto mais dilatado, menor o nível de serviço.
A descentralização geográfica.
Quanto mais próximo do consumidor, maior o nível de serviço.
A extensão do sortido.
Quanto mais reduzido, maior o nível de serviço.
O setor retalhista e grossista
O setor grossista
Agrupa os agentes económicos que intermedeiam a produção
Os grossistas: Adquirem os produtos de maneira contínua em grandes quantidades, armazenam e asseguram o aprovisionamento regular do mercado.
Em Portugal…Agente económico que adquire no mercado interno produtos nacionais e estrangeiros e os comercializa por grosso no mercado interno.
Papel do grossista
Face ao produtor:
Compra de grandes quantidades de mercadoria
Assume o ónus comercial e financeiro do armazenamento
Evita ruturas no abastecimento ou excesso de oferta
Face ao retalhista:
Assume papel importante de informação
Oferece preços baixos
Fraciona a mercadoria em lotes Os clientes dos grossistas são:
Retalhistas
Serviços de restauração
Pequenos negócios
Profissionais liberais
Diferença entre distribuidor e grossita:
Enquanto o distribuir costuma se especializar em uma marca ou categoria de produtos, o grossista possui um mix de produtos mais amplo e diversificado (estoque) Por que o preço do grossista é mais barato que do retalhista?
Economias de escala
Serviços Diferenças B2B e B2C
Evolução do setor grossista
Centrais de compras – melhores condições de compra e políticas comuns de sortidos e promoções (ex. Recheio)
Cash and Carry – autosserviço típico do retalho aplicado ao contexto grossista
Prestação de serviços – grossista como parceiro do retalhista (Canal HORECA)
B2B procura estimular os parceiros do canal procura conveniência.
One size fit’s all x Personalização Desafios para os grossistas:
Layout e design de loja
Alargamento dos sortidos
Oferta de serviços aos clientes
Uso de outras ferramentas de marketing (marketing direto, merchandising)
Uma das mudanças do setor grossista, foi a passagem de hipermercado + cash & carry.
Tendências:
Omnicanalidade
Experiência de compra B2B
Expansão global
Data driven wholesale (ex.: tecnologias de gestão de inventários, forecasting)
De que forma os grossitas podem utilizar analytics para agregar valor aos processos? Através:
Da oportunidade de redução de SKU’s (Stock Keeping Units).
Da oferta de serviços ao cliente
Da gestão de estoque
Da implantação de CRM focado em B2B
O setor retalhista
Retalho: Atividade de vendas de bens e serviços a consumidores finais
Retalhista: Agente económico que vende produtos e serviços ao consumidor final
Retalho de serviços
Quais itens são transacionados no retalho?
a) medição do desempenho b) organização do PDV c) produção de serviços d) política de preços e) política de comunicação
f) gestão das reclamações de clientes g) controle de gestão
fabricant
e distribuid
or retalhista cliente
a) Lojas de especialidade b) Lojas de departamento c) Hipermercados
d) Loja de conveniência e) Loja de descontos
f) Superloja (grandes superficies)
Retalho independente
De natureza artesanal ou familiar, usualmente
caracterizado por um único ponto de venda. Pode se classificar em uma dessas 3 categorias:
a) retalho tradicional ou proximidade (Natureza generalista)
b) retalho especializado (rapidez de reação e serviço especializado)
c) retalho não sedentário (pdv móvel)(pontos de venda ou ambulantes tipo feira)
Vantagens do retalho independente:
engajamento
flexibilidade
baixa necessidade de capital
oferta especializada
controlo da estratégia de marketing e da gestão do negócio
Desvantagens do retalho independente:
baixo poder de barganha
economias de escala
baixa qualificação da gestão
falta de tempo e recursos para planeamento Razões para o declínio
- Mudanças sociais e económicas
- Concorrência - Custos operacionais
- Necessidade de capital próprio - Localização do retalho
- Características do gestor
Sugestões de mudanças e desenvolvimento do retalho independente:
Modernização/digital
Uber/Glovo
Apoio governamental
Sistema de gestão
Grandes retalhistas
Marketplace Retalho associado
Empresas que conservam sua independência jurídica, mas se unem para efetuar operações em comum. O objetivo é ganhar economia de escala e competir com o retalho integrado.
Tem um maior poder de negociação.
Cadeias voluntárias: A inciativa parte dos grossistas, que pretendem fidelizar desse modo os respectivos clientes retalhistas.
Cadeias cooporativas: Iniciada por parte dos retalhistas
Recheio + retalhistas independentes
Requisitos para fazer parte de um grupo associado:
Condições de compra
Suporte técnico
Revisão de sortido
Decoração do ponto de venda
Treinamento
Retalho integrado
O retalho integrado compreende todas as empresas através da integração vertical das funções grossista e retalhista exploram redes comerciais ou cadeias de pontos de venda, alimentares ou não, identificadas pela mesma marca e que possuem as mesmas políticas de gestão.
Tipologias:
Lojas de departamento: Comércio retalhista que oferece em um mesmo local diversas categorias de produtos agrupados em secções sob a forma de sortidos
suficientemente completos de modo que cada seção constitua uma loja especializada.
- Vendas anuais mínimas de USD 10 milhões
- Sortido inclui eletrodomésticos e artigos de casa
- O setor de vestuário representa 20%
das vendas
- Mínimo de 15 empregados Benefícios:
a) Prévia marcação de preços b) Prática de Margens reduzidas c) Livre serviço
d) Sortido diversificado e) Categorias profissionais f) Publicidade e promoções Desafios:
a) Elevados custos fixos b) Excesso de pessoal
c) Encargos institucionais elevados d) Novos conceitos comerciais
e) Comércio especializado e franquias f) Conveniência (ex: estacionamento,
circulação)
g) Centros comerciais periféricos Renovação
a) Maior eficácia operacional b) Redefinição do sortido c) Atualização da imagem d) Retomada de crescimento
Tipologias dos pontos de venda
Venda à distância
Venda automática - vending machine, não há interação, vendedor cliente
Venda direta – tupperware, bimby,avon, etc.
Histórico: vendedores nas esplanadas, vendas porta-a-porta, catálogos, eventos para vendas, social selling.
Marketing direto – email marketing
E –commerce- não é no ponto de venda físico e não há interacção
O que motiva à venda à distância?
A confiança no vendedor, existem benéficos como promoções e descontos personalizados.
Fazer parte de um grupo.
Atributos de valor: São as características que definem a sua marca e são percebidas pelo cliente como características únicas.
Atributos qualificadores: O que o produto precisa de ter?
Atributos determinantes: Qual desses atributos
“pesa” mais na decisão de compra?
Numa venda direta, há high touch. Mas cada vez mais o consumidor quer a experiência high tech.
Venda por catálogo
a) Estímulos visuais (93% dos shoppers sentem-se influenciados)
b) Velocidade de processamento c) Indicação de produtos por amigos
(WOM) d) Digitalização O que motiva às vendas
a) Autonomia financeira (74% usam a renda para as despesas domésticas) b) Inserção no mercado
c) Flexibilidade de horários
d) Digitalização das vendas (Avon Conecta)
e) Parcerias com outras empresas (benefícios)
Grandes Superfícies
Grandes superfícies generalistas São por exemplo os Hipermercados.
• Grandes armazéns
• Retalho livre-serviço
• Supermercado
• Hipermercado
• Híper média dimensão
• Híper generalista focado em descontos (Pode ser generalista ou hard discount)
• Híper focado em promoções
• Híper multiespecialista Grandes superfícies especializadas
Superfícies que vendem produtos da mesma
categoria, como o IKEA, a Dechatlon, o Leroy Merlin.
Redes de Descontos (Hard Discount)
O Aldi tem um posicionamento claro pelo preço mais baixo.
Ofereço o preço mais baixo mas ainda assim ofereço outros serviços ao cliente.
• Redes focadas em descontos constantemente
• Posicionamento por preço baixo
• Atuação consumer-centred
• Manutenção de ações de marketing e vendas que contribuam para performance
Qual é o perfil do cliente do retalho de descontos?
Cliente poupado.
Centros Comerciais
• Versatilidade num conceito global
• Perfil dos consumidores
• Retalhistas como promotores do centro comercial
• Crescimento acima da média do retalho
• Interesse de investidores e poder público
• Impacto no entorno (a envolvente, o que está à volta)
Sobrecarga de informação – existem tanto produtos para ver e escolher que deixa os consumidores
mentalmente sobrecarregados. Isto acontece também nas grandes superfícies.
Lojas ancora, lojas que levam os consumidores ao centro comercial, como a Primark, a Worten, a Fnac.
Franchising ou Franquia
Sistema de comercialização de produtos, serviços ou tecnologias baseado em uma estreita e contínua colaboração entre franqueador (franchisador) e franqueado (franchisado), onde o franqueador concede o direito de uso da marca de acordo com o seu Conceito (critérios e princípios)
• Franqueador – dono da marca11
• Franqueado – quem compra ou aluga os direitos de uso
• Royalties – forma como o franqueado compra ao franqueador (O mc donalds para o marketing e eu apenas pago uma quantia)
• Saber Fazer Tipos de Franquia:
• Franquia de produção – Benetton, Mc Donalds
• Franquia de distribuição – Intermarché, Mc Donalds
• Franquia de serviços – Hertz (aluguer de carros) Contrato x Sistema Comercial
Começar um franchising apresenta custos mais elevados do que começar um negócio próprio.
Quais são as vantagens para um empreendedor que decide optar por uma estrutura de franquias?
O franquiado serve como exemplo de práticas. A notoriedade da marca já está construída. A distribuição e os métodos de produção já estão estabelecidos. O principal marketing da empresa já está desenhado.
Novos Conceitos Comerciais
• Lojas off-price
• Factory outlets
• Membership clubs
Análise estática e dinâmica do ponto de venda
Gestão de pontos de venda
As tipologias variam consoante:
a) dimensão
b) ramo de atividade c) sistema de venda d) tipo de cliente e) sortido
f) filosofia de exploração g) natureza jurídica
h) designação de actividade
Análise estática do PDV
• Localização
• Custos de Implantação
• Arquitetura
• Mobiliário e equipamentos
• Layout
• Zona de influência – perfil dos clientes – perfil dos concorrentes
– parâmetros comerciais do PDV Layout
• Grelha (grid)
Está estruturado. O que faz com que o consumidor caminhe em linha reta no ponto de venda.
Este layout é comum em áreas de supermercados, onde é acessível ao uso de carrinho, porque é tudo em linha reta..
EX:
• Fluxo livre (free flow)
Não existe linearidade. Onde é uma opção que demonstra tranquilidade na sua rota.
Fazendo com que os consumidores tenham a noção dos novos produtos. E com que percam mais tempo no PDV.
Um exemplo de loja que utiliza este layout é a Primark.
• Boutique ou departamento
• Track
Mostra ao consumidor o caminho que este deve executar.
Exemplos: IKEA e Flying Tiger
Que estimulam o consumidor (nudgets)- Existem vários tipos como de roteiro e de packaging (exemplo) Parâmetros comerciais do PDV
• Dimensão
• Forma
• Acessibilidade
• Visibilidade
• Insígnia
• Fachada e Montras
Por exemplo, em Portugal nota-se que os pontos de venda não estão de certa forma acessíveis, exemplo da flying tiger, que para indivíduos que tem problemas de locomoção torna-se mais difícil.
O mesmo também acontece online, que não está de certa forma adaptado a pessoas com problemas visuais.
Análise dinâmica do PDV (mais interessa)
O comportamento do consumidor (aspectos emocionais)
- Uma experiência comum, não adiciona nada à memória de alguém. Mas uma coisa que diferencie e que marque, fica sem dúvida na memória. Ou seja, a felicidade está percepcionada na memória.
Prespetiva tradicional
Pode criar impacto nos consumidores, trazendo sentimentos positivos e negativos
Jornada do cliente
1. Comportamento do Consumidor
Jornada de compra
Compra planeada X compra por impulso
Reações do consumidor 2. Linear
Perceção de produto
Linear mínimo
Níveis
Exposição horizontal e vertical
CONSUMIDOR informação
exigência
perceção preço
aspetos emocionais
concorrência
diversidade de canais
fidelidade
Reconhecim ento da Necessidad
e
Busca de Informações
Avaliação alternativas das
Decisão de compra Avaliação
pós-compra
•complexidade
•pré-compra, compra e pós- compra
•multicanalidade (omni)
•mobile
•design de serviços Jornada do
consumidor
Visual Merchandising é a planificação e controlo necessários à comercialização de bens e serviços no lugar,
momento, quantidade e preço certos para facilitar a consecução dos objetivos de marketing da empresa.
Ciclo de vida do produto
Desenvolvimento de produto
Gestão do ponto de venda
3.
Sortido ou MIX Tipo de produto: Define que tipo de mix devemos ter,, de forma a entender o tipo de produto e a sua quantidade
Composição do sortido (duração e conteúdo):
Sazonalidade (exemplo das cadeiras de praia); Stock é um custo para as empresas na comida, mas tam,bém na roupa devido às tendências- onde depois as marcas tem de fqazer a sua revenda a um preço mais rduzido, o que faz com que percam sempre dinheiro.
Dimensão (largura, profundidade, coerência)
Largura
Profundidade
Coerência
Gestão do Sortido
Destino- leva o meu cliente para o ponto de venda (quero um sumol, não um sumo da sumol)
Rotina- padarias, talhos
Ocasionais
Conveniência 80% do sortido = 2% vendas
Este fator gera muito stock, que gera custo, que por vezes nem é vendido devido às tendências de moda.
4. Aprovisionamento
Estamos a falar de stock, de recursos e rotatividade de produtos de ponto de vida (um exemplo que tem alta rotatividade é pão, e menos é gin). Depente do tipo de compra, e de característica de cada produto
Estoque- É custo, Porque tem uma data de validade, ou tendência.
Está relacionado
Rotação- quanto tempo fica guardado do srock, se entra e sai rápido
Previsão de vendas- Ajuda a ver se o produto fica muito ou pouco tempo em stock
Política de preços- Define a rotatividade e o aprovisionamento de um produto.
5. Precificação
É a analise dinâmicxa de ponto de venda, onde hoje posso ter um preço, e na semana seguinte pode mudar. Existem muitos critérios de análise.
Elasticidade da procura- Diz respeito a característica da própria procura dos consumidores.
Procura elástica- Varia de acordo com a procura.
Acontece com produtos substitutos, onde os clientes optam por outros produtos parecidos para o substituir
Formação de preços
Estratégia de preços Elementos condicionados do preço
• estrutura de custos
• composição do sortido
• Clientes
• Concorrência 6. Animação de loja
Publicidade no ponto de venda (não tem a ver com a promoção), é toda a actividade que acontece no ponto de venda.
Nos supermercados um exemplo é a degustação.
Movimentação no ponto de venda.
O Merchandising pode influenciar directamente com a percepção de loja.
• promoções Interfaces do Merchandising
• publicidade no local de venda (PLV)
• RP e eventos
7. Serviços ao cliente
Tem muito haver com as características do cliente.
Temos de entender tudo sobre o cliene: as necessidades, desejos, características
Se queremos atribuir uma experiência do consumidor temos de “ler” bem o target, e saber a sua percepção de valor. E depois adaptar um serviço que seja
especialmente para isso.
• perfil de cliente
• demandas específicas
• percepção de valor
A logística na distribuição- funções e objetivos
Importante saber: Na hora que o consumidor quer, o lugar que prefere, E o canal que ele prefere
Para saber se estamos a fazer uma estratégia de logística apropriada para o consumidor.
Logística
Envolve o planeamento e execução de atividades do ponto de vista operacional e estratégico para garantir que os produtos e serviços estejam disponíveis nos pontos de venda.
Sem uma boa gestão do canal de marketing os produtos e serviços não estarão disponíveis para os consumidores onde e quando eles tenham necessidade
Custo total:
custo de aquisição
custo de stock
custo de armazenagem
custo de transporte
custo de processamento de encomendas e informações.
Quando se pensa em canais de distribuição temos pensar nos sistemas de distribuição bem construídos podem ser fonte de vantagem competitiva.
Quais elementos de serviços em termos de logística ou distribuição podem ser oferecidos aos consumidores?
!O ciclo da encomenda deve ser o mais curto possível!
Quanto mais informação dermos ao consumidor, melhor! E a comunicação tem de ser fácil.
Efeito chicote (bullwhip effect)
Imprecisão na estimativa de procura por cada membro da cadeia de abastecimento devido a flutuações na procura pelo produto.
As causas envolvem falta de informações, falhas na comunicação e no planeamento- Ou seja, vai gerir custos desnecessário e grandes problemas.
Este efeito na procura, afeta um movimento gigante na produção..
Este constitui um problema!
Cross docking
Modalidade logística que pretende diminuir ou eras as necessidades de stock. O produto se torna disponível apenas quando há uma encomenda.
Usualmente envolve o envio imediato do produto do fabricante ao centro de distribuição onde ocorre processamento e envio ao cliente.
É uma estratégia de gestão inteligência
Qual é a diferença entre cross docking e drop shipping?
O cross docking é feito pelo distribuidor, que faz a separação e o envio
O drop shipping é tudo online- não é essencial para
Estrutura dos canais
Distribuição exclusiva (- revendedores) (marcas de luxo)
Único revendedor;
Segmento de mercado único;
Sortido estreito;
Apoio do fornecedor alto.
Distribuição seletiva
Temos múltiplos pontos de venda, e não quer trabalhar com a escassez.
Podemos encontrar os pasteis de nata, mas tem de se ter uma nototiedade
Vários revendedores;
Sortido médio;
Apoio do fornecedor médio.
Distribuição Intensiva (+revendedores) Produtos de conveniência ( muito associado ao custo, e quer estar em todos os pontos de venda)
Maior número de revendedores possível;
Imagem do fabricante é mais relevante que a imagem do distribuidor;
Concorrência alta.
Que tendências temos hoje em termos de canais de distribuição ?
super grid logistics (redes globais)
serviços em tempo real
M2C
conveniência
marketplace logístico
logsumer
t
ecnologia (IA, RFID, etc.)As tendências envolvem uma série de questões:
Efficient Consumer Response (ECR)
Análise da cadeia de abastecimento
Gestão de custos
Gestão de categorias
Reaprovisionamento eficiente baseado em dados- Gestão de canal, previsão de vendas, mix de produtos
Logistica 4.0
-trás toda a questão tecnológica e digitalização
Digitalização de processos
Integração no canal
Gestão baseada em dados
Uso de tecnologia para agilizar processos (IA- Inteligencia artificial, IoT(maquinas de interacção), voice picking (sistema de gestão de armazém, em vez de ele ter de ir buscar o produto, ele vai dar comando à gestão de stock, e a maquina faz a separação de produtos), RFID (ex. monotoramento de produtos), WMS, cloud computing)- Aguliza e facilita processos
Last mile- como agrego valor na ultima etapa. Os consumidores não se conseguem diferenciar (mesmo produto, mesmo pagamento,etc) e como dá para me posicionar? Sistema de unboxing?
Entrega com drone? Bilhete personalizado? Dar uma experiência ao consumidor- GRANDE TENDÊNCIA
As tendências e inovações na gestão de canais não envolvem apenas aspectos tecnológicos.
Tendências operacionais
Concorrência por preços
Especialização
Internacionalização
Concentração
Gestão da cadeia de valor
identificar quais elementos geram vantagem competitiva
reestruturar processos que não gerem valor ao cliente
identificar o papel de cada membro da cadeia de valor
gerar integração e economias de escala (ex: gestão do sortido)
Granola
Integração no canal
Tem como meta a criação de uma rede contínua de fornecedores, distribuidores, compradores e consumidores que colaboram entre si
Geração de valor na cadeia
Conectividade
Comunidade
Colaboração Desafios:
Conflitos no canal- Tem de ser colaborativa, ou seja, os intermediários têm de ser dar bem! Eles tem de entender que têm só a beneficiar, e saber o que eles ganham
Win/Lose vs. win/win
Relações de poder Poder no Canal
Poder legítimo
Poder de recompensa
Poder de coerção
Poder de informação (é poder)
Poder de referência (autoridade- influencer ex)
Quanto mais um canal se move em direção a colaboração, mais as relações de poder são mitigadas. A tendência é que os atores adotem uma postura de cooperação e não apenas de competição.
Oportunismo deve ser substituído por uma cultura de interdependência.
Cadeias colaborativas
Orientadas para o consumidor;
Orientadas estrategicamente;
Multifuncionais
Ter foco em metas claras
Sistemas de gestão (warehouse management systems - WMS)
Tem de existir uma relação de confiança- o cliente não está a ter a percepção disso- mas as cadeias
colaborativas entregam o real valor ao cliente a entrega eficiente.
Tendências demográficas
Diversidade de perfis de consumidor
Envelhecimento da população
Redução do tamanho das famílias
Novos estilos de vida
Consumidores mais conscientes
Logística verde- (não é só usar packaging sustentável), mas por exemplo a distribuição (carros) com uma pegada de carbona e sua emissão- carrinha ajudar na sustentabilidade. Não é só plástco que está aqui em causa
Logística reversa-
Conveniência
Marketing sensorial
Experiência de compra (last mile) Novas modalidades de compra
(também são uma tendência para a gestão de canal, porque precisamos de saber também da modalidade)
e-marketplaces (b2c)
e-procurement (b2b)
e-distribution (b2b)
leilões (c2b / c2c)
social commerce (b2c)